
Um pedaço de madeira abraçado à grafite/
Percorre linhas longínquas/ Linhas na contemplação/ Sentimentos/ A dor/ Lições/ Sofrimentos/ As lembranças/ Saudades aos pensamentos/ Frágeis os lamentos/ Que sejam nas emoções que envolvem a alegria/ Sorrisos enfim/
Quando as nuvens escuras tomam o céu, faz-se a Chuva e o vento/ para espalhar as milhares de gotas frias/ Trovões em meu peito arrebentam/ Arrebatam/ Folhas em mil formas e cores/ Invento o céu/ No vácuo entre a luz e a Vida/ Como Caminhos/ Muito mais que caminhos/ Como campos abertos pela imaginação/
Como o céu que desce sobre meus olhos/ As tormentas são meus desejos/ Cinzas são todos os meus olhares/
Nas linhas em cinzas/ Palavras grafitadas/ Um silêncio sem fim/
Vai num vazio/ Descalço pelas estradas dos sonhos/Até o final/ Vai/
/Reflexos/ Reflexivo olhar/Interminável linha/ Precipitasse/
Voa/
Voa palavra sobre as linhas/
Voa meu verbo/
Voa em brancas nuvens que nos une e nos separa/
Em cada encontro lajeando/ Fraseando/ Poemas ora rimas ora romanceando num paralelo/ Brincadeira real/
Abre este céu feito véu e que descortina/ Clareia/ Desvenda sobre os ventos que os sonhos adormeceram/
Intermináveis linhas deixadas como cinzas nessa minha vida/
Quando então o céu traz o azul/ Azul são todos os meus olhares/ A cinzas deixo aos ventos/ Além muito mais além das linhas de um tempo só meu/ Os campos eu vejo em flores/ Borboletas azuis anil/
Luz de todo sol poente/
Por entre folhas de um lindo jardim/ Em quantas linhas/
A linha da vida percorre? Das mais criativas ilusões/
Escrever e fazer das linhas páginas e mais páginas/
Livros/ Memórias de um amor/
E delas poder viver e reviver/
Desenhos feitos a mão nas nuvens brancas da inspiração/
Na luz clara e verdadeira de toda criação/
Abraçado feito madeira à grafite até o fim da linha eu irei/
Quem sabe não tenha que precisar mais apagar tantos erros/ Nem precisar correr os mesmos riscos/
Num ponto onde tudo volta/
Muito além/ Muito mais além de um ponto qualquer/
De um frágil e minúsculo ponto final/
Escrever das linhas a própria vida/
Criando a própria história/
Onde antes apenas era eu/ O principio/ meio e fim/
Abraçado feito madeira à grafite/
Interminável feito um abraço/
Infinito feito universo/
Assim como é “Deus” em mim/
Reinaldo_rnp@hotmail.com
http://www.reinaldornp.blogspot.com/
Todos os direitos@reservados
Percorre linhas longínquas/ Linhas na contemplação/ Sentimentos/ A dor/ Lições/ Sofrimentos/ As lembranças/ Saudades aos pensamentos/ Frágeis os lamentos/ Que sejam nas emoções que envolvem a alegria/ Sorrisos enfim/
Quando as nuvens escuras tomam o céu, faz-se a Chuva e o vento/ para espalhar as milhares de gotas frias/ Trovões em meu peito arrebentam/ Arrebatam/ Folhas em mil formas e cores/ Invento o céu/ No vácuo entre a luz e a Vida/ Como Caminhos/ Muito mais que caminhos/ Como campos abertos pela imaginação/
Como o céu que desce sobre meus olhos/ As tormentas são meus desejos/ Cinzas são todos os meus olhares/
Nas linhas em cinzas/ Palavras grafitadas/ Um silêncio sem fim/
Vai num vazio/ Descalço pelas estradas dos sonhos/Até o final/ Vai/
/Reflexos/ Reflexivo olhar/Interminável linha/ Precipitasse/
Voa/
Voa palavra sobre as linhas/
Voa meu verbo/
Voa em brancas nuvens que nos une e nos separa/
Em cada encontro lajeando/ Fraseando/ Poemas ora rimas ora romanceando num paralelo/ Brincadeira real/
Abre este céu feito véu e que descortina/ Clareia/ Desvenda sobre os ventos que os sonhos adormeceram/
Intermináveis linhas deixadas como cinzas nessa minha vida/
Quando então o céu traz o azul/ Azul são todos os meus olhares/ A cinzas deixo aos ventos/ Além muito mais além das linhas de um tempo só meu/ Os campos eu vejo em flores/ Borboletas azuis anil/
Luz de todo sol poente/
Por entre folhas de um lindo jardim/ Em quantas linhas/
A linha da vida percorre? Das mais criativas ilusões/
Escrever e fazer das linhas páginas e mais páginas/
Livros/ Memórias de um amor/
E delas poder viver e reviver/
Desenhos feitos a mão nas nuvens brancas da inspiração/
Na luz clara e verdadeira de toda criação/
Abraçado feito madeira à grafite até o fim da linha eu irei/
Quem sabe não tenha que precisar mais apagar tantos erros/ Nem precisar correr os mesmos riscos/
Num ponto onde tudo volta/
Muito além/ Muito mais além de um ponto qualquer/
De um frágil e minúsculo ponto final/
Escrever das linhas a própria vida/
Criando a própria história/
Onde antes apenas era eu/ O principio/ meio e fim/
Abraçado feito madeira à grafite/
Interminável feito um abraço/
Infinito feito universo/
Assim como é “Deus” em mim/
Reinaldo_rnp@hotmail.com
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Oriente,Editora ltda.

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